domingo, 9 de fevereiro de 2025

Instituições da UE promovem símbolos islâmicos em materiais de divulgação, gerando controvérsia

 

UNIÃO EUROPEIA PROPAGA IDEOLOGIA ISLÂMICA DISCRIMINADORA DA MULHER

 

Nos últimos anos, instituições da União Europeia têm incluído, em materiais de divulgação, imagens de crianças utilizando lenços de cabeça, um símbolo religioso do Islão. Um exemplo notável ocorreu numa brochura do programa Erasmus+, com a referência "Prémio Europeu para o Ensino Inovador", onde uma criança com hijab foi destacada. Essa prática tem gerado críticas de diversos setores, incluindo políticos e organizações de defesa dos direitos das mulheres.

A deputada Monika Hohlmeier, do Parlamento Europeu, manifestou-se contra a utilização desses símbolos, argumentando que eles estão associados à opressão religiosa de mulheres e meninas. Segundo ela, "a Comissão está a promover símbolos problemáticos, que perpetuam estruturas de discriminação de género". A corroborar estas críticas, membros do Parlamento Europeu dirigiram-se à Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, exigindo uma revisão dessa abordagem. Os parlamentares afirmam que a banalização de símbolos religiosos, como o hijab, em materiais oficiais da UE, é preocupante e carece de justificação.

A crítica centra-se no facto de que a promoção de vestuário religioso, especialmente em contextos dirigidos a crianças, é de ser interpretada como uma forma de imposição ideológica. A discriminação de género, enraizada em estruturas patriarcais, é um problema global, e mesmo dentro do Islão, os papéis tradicionais de género têm sido questionados. A publicidade de símbolos religiosos em materiais institucionais pode, inadvertidamente, reforçar estereótipos e práticas que limitam a liberdade das mulheres. A política islâmica está consciente que ao controlar a mulher tem o controlo da tradição.  É de lamentar como uma instituição europeia que se mostra tão meticulosa em questões consideradas picuinhas de costumes europeus sirva de propaganda para fomentar discriminação justificada por supremacia cultural islâmica.

Na Alemanha, organizações como a Terre des Femmes, dedicada à defesa dos direitos das mulheres, têm defendido há anos a proibição do uso de véus por crianças em instituições públicas, como creches e escolas. A organização argumenta que o uso precoce do véu pode estar associado a pressões familiares e sociais que restringem a liberdade das meninas. Há relatos de alunas que usam véus e que, por vezes, exercem controlo sobre colegas que não seguem as tradições religiosas. Além disso, algumas crianças são impedidas pelos pais de participar em atividades escolares, como aulas de educação física ou viagens, devido a restrições religiosas. Desta forma parece haver uma política interessada em fomentar o gueto.

A situação expõe uma contradição na sociedade contemporânea: enquanto há um esforço significativo para evitar linguagem discriminatória (como o uso de termos considerados ofensivos, por exemplo, "cigano"), há, ao mesmo tempo, uma querida indiferença em relação a práticas que perpetuam a discriminação de género e a opressão religiosa sob o manto do islão. Essa postura é vista por muitos como hipócrita, uma vez que ignora o impacto real dessas práticas na vida das crianças e na promoção da igualdade entre homem e mulher na vida social.

Em suma, a utilização de símbolos religiosos em materiais institucionais da UE tem levantado questões importantes sobre a neutralidade das instituições europeias e o seu papel na promoção dos direitos humanos e da igualdade de género. A discussão continua, com apelos para que a Comissão Europeia reavalie suas práticas de comunicação, garantindo que estas estejam alinhadas com os valores fundamentais da União Europeia.

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do tempo: https://antonio-justo.eu/?p=9852

sábado, 8 de fevereiro de 2025

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL HUMANIZADA

 Era uma vez um reino antigo, onde homens e mulheres, com as suas mãos e engenho, haviam construído maravilhas. Desde os primeiros instrumentos de pedra até às catedrais que tocavam os céus, a humanidade sempre encontrou formas de transformar o mundo ao seu redor e humanizá-lo à sua maneira. Mas, com o passar do tempo, algo novo surgiu na modernidade: um ser sem corpo, sem alma, mas de raciocínio veloz e aparentemente ilimitado. Chamavam-lhe Inteligência Artificial.

Um sábio salesiano da província portuguesa, padre Teobosco, observava com admiração e receio as novas invenções. Ele sempre acreditara na grandiosidade do espírito humano e na sua insubstituível criatividade. “É espantoso”, pensava ele, “como estas máquinas podem recordar tudo o que foi dito e até podem imitar, prever e sugerir. Mas podem elas sonhar? Podem elas amar? Podem elas sentir o vento frio da manhã e refletir sobre o sentido da existência?”

Certo dia, um jovem aspirante chamado Ramiro aproximou-se do padre com uma questão inquietante.

— Padre Teobosco, se estas máquinas pensam mais rápido que nós, se fazem cálculos mais precisos e aprendem com cada erro, não corremos o risco de nos tornarmos obsoletos? O que nos resta se elas puderem fazer tudo por nós?

O padre sorriu e apontou para uma árvore centenária no jardim do mosteiro.

— Vês esta árvore, Ramiro? Foi plantada pelos nossos antepassados. Nenhuma máquina teria sentido a necessidade de a plantar sem que um humano lhe dissesse para o fazer. Porque falta-lhe o desejo, a emoção, a saudade do amanhã. A Inteligência Artificial pode analisar todas as histórias já contadas, mas jamais criará um mito verdadeiramente novo, pois falta-lhe o mais importante: a centelha da alma, o reflexo divino.

David refletiu sobre aquelas palavras. Mas ainda tinha dúvidas.

— E se um dia elas conseguirem imitar até isso? Se aprenderem tanto sobre nós que consigam criar ilusões perfeitas de sentimentos e pensamentos humanos?

O padre suspirou, pegando num velho livro de histórias.

— As fadas e os encantadores de antigamente criavam ilusões que pareciam reais, mas eram apenas sombras da verdadeira magia da vida. O perigo não está nas máquinas, mas no modo como nós, homens, nos deixamos enfeitiçar por elas. Se aceitarmos a sua assistência como ferramenta, serão aliadas. Mas se nos entregarmos a elas de corpo e alma, deixando que decidam por nós, então seremos marionetas nas mãos de algo que nem sequer entende o que é ser humano.

O jovem, então, compreendeu. A IA não era um inimigo, mas também não poderia ser um soberano. Afinal o soberano é a pessoa e o último juiz de si mesmo, tal como tinha aprendido na catequese.  O futuro do homem continuaria a depender da sua consciência, da sua responsabilidade e da sua capacidade de sentir, sonhar e criar algo verdadeiramente novo. Afinal, por mais avançada que fosse a máquina, ela jamais saberia o que é o calor de um abraço ou o brilho da esperança no olhar de quem ama.

E assim, naquele reino antigo, o povo continuou a avançar, usando a tecnologia como aliada, mas sem nunca esquecer que o coração da humanidade pulsava em algo muito maior do que qualquer código ou algoritmo poderia jamais compreender. Só o espírito humano é ilimitado.

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do tempo: https://antonio-justo.eu/?p=9844

Com quem fazer coligação para se poder governar?

 

DILEMA POLÍTICO EUROPEU

 

A política europeia enfrenta um dilema cada vez mais evidente: como formar coligações governativas eficazes sem cair na armadilha da paralisia institucional? A sociedade alemã oferece um exemplo paradigmático desta dificuldade. O governo formado pelos Verdes, o SPD e o FDP (apelidado de "coalgação semáforo") tem-se revelado uma experiência conturbada, com constantes bloqueios internos devido às posições ideológicas inflexíveis de cada partido...

Parece não haver uma saída fácil para este impasse porque a União Europeia pretende prescindir das inteligências e dos interesses dos países membros; em vez disso premeia o oportunismo de governantes e políticos de perfil em quadros partidários...

Em vez de oscilar entre um polo e outro, a sociedade exige uma estratégia que a permita avançar, aproveitando os pontos positivos de ambas as perspetivas para traçar um caminho baseado na racionalidade...

Há elementos de valor nos dois extremos ideológicos, mas alianças mal calibradas podem ser desastrosas. Por exemplo, uma coligação com o PS, enraizada na sua mundivisão marxista, poderia perpetuar a atual crise económica e social, na Europa e especialmente em Portugal que continua a apresentar dos mais baixos níveis salariais e de produtividade da Europa Ocidental. Por outro lado, uma aliança com a chamada extrema-direita pode arrastar os partidos do centro-direita para um pragmatismo radical, afastando-se também ela, das tradições culturais judaico-cristãs, gregas e romanas que moldaram a Europa.

Deste modo, tanto o socialismo dogmático (e socialismo oportunista) como o radicalismo da direita conduziriam a becos sem saída. O resultado seria a erosão da cultura cristã ocidental, que tem sido a base do humanismo europeu...

Os conservadores deveriam buscar alianças dentro da direita, mas sem abdicar dos valores fundamentais da filosofia cristã e de uma moralidade aberta ao diálogo. Se esta identidade se perder, o conservadorismo corre o risco de se tornar apenas uma ferramenta para o marxismo e o seu prolongamento maoísta, como tem acontecido até agora.

O humanismo cristão, que coloca o indivíduo no centro da soberania, deve ser a base de uma verdadeira democracia. O socialismo marxista, sendo um filho desgarrado do humanismo cristão, poderia reencontrar-se com as suas raízes. Tal como na parábola do filho pródigo, poderia utilizar o património do pai para reconstruir um projeto sustentável, sem necessidade de destruir as suas próprias heranças e fundações.

Para que isso aconteça, o Poder deve concentrar-se na sua tarefa real e principal, que é evitar danos causados ao povo, mas para isso o Poder terá de se converter o Povo e à sua vontade.

António da Cunha Duarte Justo

Texto completo em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=9841

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

GOLPE NA PROPAGANDA WOKE E DEPOIS NAS ELITES DO REGIME

 USAID licencia quase todos os funcionários

 

 

A USAID (Agência de Assistência ao Desenvolvimento dos Estados Unidos) criticada por Elon Musk como "um ninho de víboras de marxistas radicais de esquerda" recebeu uma machadada na sua raiz por comando de Trump! O Presidente dos EUA, Donald Trump, confiou a Musk a tarefa de reduzir a despesa pública.

A USAID começará a licenciar funcionários nos Estados Unidos e em todo o mundo a partir de 7 de fevereiro de 2025, informou a agência no seu site. Os funcionários no estrangeiro devem voltar para os EUA no prazo de 30 dias.

Trump queria reduzir drasticamente a equipa de mais de 10.000 funcionários da agência USAID. Os especializados em saúde e ajuda humanitária ficariam isentos das medidas. A agência tinha um orçamento anual de 41,9 mil milhões de euros. A "esquerda woke" era apoiada economicamente pela instituição em todo o mundo e também apoiava grupos na influência de eleições.

O "Doge", o organismo governamental responsável pela eficiência do Estado, está a liderar as medidas.

Esta de se começar a tocar numa instituição como a agência USAID exige realmente muita coragem e pouco medo pela própria vida, dado o que estar aqui em causa não ser apenas o problema dos empregos dos dinheiros públicos, mas sobretudo o comprometimento do établissement político americano também em sabotagens no desenvolvimento da História; se levarem a coisa a fundo  haverá muito que contar, para já a começar com a Ucrânia! O etablissement americano e ramificações no estrangeiro teriam muito que sofrer!

'Estas são algumas das prioridades insanas' financiadas pela USAID: Karoline Leavitt:

https://www.youtube.com/watch?v=Pdw31c6HPCI

https://www.youtube.com/watch?v=ePCzrpAW0MU

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=9831

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

DONATIVO DE MILHÕES NA DEMOCRACIA DE MERCADO


O partido AfD, na Alemanha, recebeu um donativo em espécie de 3,35 milhões de euros de Gerhard Dingler, da Áustria. O dinheiro será utilizado para colocar 6.395 cartazes em toda a Alemanha pelo AfD, independentemente da sua campanha eleitoral oficial.

Quando lhe perguntaram por que razão estava a confiar tanto dinheiro ao partido AfD (extrema direita), Dingler disse que havia o risco de o futuro governo alemão fornecer mísseis de cruzeiro Taurus à Ucrânia e que queria evitar que isso acontecesse. Este facto foi relatado pela WDR alemã e pela ORF austríaca.

Não chega berrar contra os bilionários e por trás dos bastidores fazer o seu negócio em benefício próprio com eles, como no costume era praxe, mas não pública. Agora que Trump se revela contra o etablishment político há mais temporal na sociedade, principalmente por parte daqueles que se tinham estabelecido nos mirantes do poder que lhes assegurava a vantagem. O discurso político aceso a que agora assistimos é, de uma maneira geral, o costumado alarido popular, que movido apenas pelos sentimentos, se deixa arrastar para um dos partidos das duas elites que disputam entre si o poder!...

Para cúmulo do escândalo também é um facto que duas famílias na Alemanha têm mais dinheiro do que a metade mais pobre de toda a população...

A sociedade encontra-se em pleno tumulto interior e a democracia também: não por este ou por aquele motivo, mas porque foi desfalcada sobretudo por aqueles que foram eleitos para defenderem os interesses do povo e do país e passaram a defender interesses sobretudo ideológicos e partidários...

Hoje como antes fazem uso da mesma tática de difamar e criar preconceitos porque querem fazer passar a sua versão como sendo a verdadeira (informação pós-fática usada hoje regularmente pelos nossos meios de comunicação relativamente à Ucrânia e em parte a Trump) como fizeram políticos e meios de comunicação social afectos aos governos, seguindo irresponsavelmente orientações de agendas superintendentes, no caso das medidas Covid 19. Criaram uma chaga aberta: situação vergonhosa para estados democráticos e, para cúmulo da questão, os políticos ainda não pediram desculpa por terem desmontado a Constituição e pelos abusos cometidos...

Não chega para os políticos o saberem que as populações têm memória curta e se ocupam do que se lhes põe na manjedoura da informação. A continuação de tais táticas destrói sistematicamente a democracia e depois ainda os partidos têm o desplante de se armarem em defensores da democracia pelo facto de o povo, com dores de estômago, barafustar contra tudo e contra todos! Não é o grito que destrói a democracia...

O templo da Democracia encontra-se profanado pelos vendilhões do poder e da ideologia: os lugres santos da sociedade foram transformados em lugares de mercado. Não será fácil sair do niilismo relativista querido e propagado porque, onde tudo é feira, tudo se torna parceiro de mercado.

António da Cunha Duarte Justo

Texto completo em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=9820

 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Política Partidária Tóxica na Alemanha

 

Desconexão entre os Partidos de Esquerda e a Vontade popular

 

A Alemanha enfrenta uma crescente crise social e política, impulsionada pela criminalidade associada a refugiados islâmicos, pela insatisfação popular com as políticas de refugiados, pela guerra na Ucrânia e pela polarização partidária. A Alemanha encontra-se na mudança apontando para o poente da razão, da lógica, da arte e da vida que criou e com ela também a Europa que perdeu a noção do centro da sua gravidade geográfica e a bússola cultural que lhe deu o ser... 

O ataque com faca em Aschaffenburg (26.01.2025), de que resultou na morte de uma criança e um adulto.

O ataque ao Mercado de Natal em Magdeburgo (20.12.2024), com três mortos e 299 feridos, incluindo 68 em estado grave. O assassino tinha uma presença significativa nas redes sociais, com 43.000 seguidores e 121.000 tweets publicados.

Os dados estatísticos sobre crimes com armas brancas são alarmantes: apenas na Renânia do Norte-Vestfália, em 2023, houve 15 mortes e em toda a Alemanha 8.951 casos de lesões corporais graves...

A incapacidade dos partidos governamentais de lidar com as questões do choque de culturas tem desorientado a sociedade que em reflexo de autodefesa tem fortalecido a extrema-direita, representada pelo partido AfD, que agora conta com cerca de 20% de apoio; este é um fenómeno comum em toda a EU porque o cartel partidário e ideológico tem sido posto acima dos interesses das populações e dos estados...

A desorientação e desassossego das populações deve-se ao arrogante desmantelamento sistemático da própria identidade e consciência; desmantelamento este implementado pela esquerda woke que tem muita influência e poder em pontos fulcrais da sociedade e dos governos...

A maioria dos alemães exige reformas na política de refugiados, mas os partidos de esquerda (Verdes e SPD) têm bloqueado mudanças na política de refugiados e por último a necessária colaboração com a CDU na elaboração da lei da limitação de refugiados, e por outro lado acusam-na de alinhamento com a extrema-direita (AfD)...

No parlamento constatou-se uma desconexão entre os partidos de esquerda e a vontade popular. Harald Martenstein comenta em Welt am Sonntag: "Se o SPD e os Verdes não gostam do povo, não seria correcto se procurassem outro povo, no espírito de Bert Brecht?"...

O dia 1º de maio, feriado nacional instituído pelos nazistas, é mantido apesar da lógica de Verdes e SPD de rejeitar colaborar com um partido que associam indevidamente ao regime nazista tal como não se pode associar a esquerda ao estalinismo...

A Alemanha enfrenta uma crise multifacetada, marcada por violência, insegurança e polarização política que exacerba as divisões sociais...

António da Cunha Duarte Justo

Texto completo em Pegadas do Tempo: https://antonio-justo.eu/?p=9813

sábado, 1 de fevereiro de 2025

REPASSANDO O ASSUNTO DE MALAS-MALITAS E MALEITAS

 

A Comunicação Social(ista) está a entreter o Povo com o deputado Miguel Arruda, que era PS e agora é do Chega , e que é cleptomaníaco com o transtorno mental, para cometer furtos de malas.
No entanto essa Comunicação não dá nenhumas notícias dos mais de 33 deputados, a braços com a Justiça.
Alguns exemplos :
1) Sérgio Rocha de Ávila, deputado do PS pelos Açores, é Arguido por gestão danosa e participação económica em negócio, na SATA, no desaparecimento de 200 milhões de euros. 2) Pedro Fraria que o PS recusou levantar a imunidade parlamentar a este deputado socialista que foi constituido Arguido por 5 crimes de corrupção na Camara de Felgueiras.
3) José Rui Cruz, deputado e ex-líder do PS de Viseu, constituído Arguido por fraude na obtenção de subsídios em proveito próprio.
4) Ricardo Rodrigues do PS foi filmado a furtar um gravador de jornalistas da Sábado que o entrevistavam, no Parlamento.
Estes são corruptos PS que enxovalharam a Assembleia da República !!
Mas há mais em Tribunal :
5) um primeiro-ministro do PS
6) 11 ministros
7) 13 secretários de Estado
133 autarcas na maioria do PS em Tribunal.
Todos constituídos Arguidos nos últimos 6 anos e a maioria por crimes de corrupção, peculato e recebimento indevido de vantagem (dinheiro)
Estes Processos arrastam-se com Recursos atrás de Recursos nos Tribunais.
No entanto a Comunicação Social(ista) não dá nunca nenhuma notícia sobre estes Processos !!
Porquê ??
Será porque não convém ao PS ??