Domingo, 12.12.2016 o ministro egípcio da
saúde deu conhecimento de um atentado muçulmano no Cairo numa igreja copta. O
atentado provocou 25 mortos e 49 feridos, durante uma missa.
Mais um atentado à conta do Islão, que alguns teimam em afirmar ser uma "religião da paz". Pelo que a realidade mostra por todo o lado, não. Pela paz é, certamente, a maioria dos muçulmanos mas o islão não. Em nome dele, sem contradição das massas muçulmanas, se cometem imensas barbaridades contra a humanidade.
Os cristãos coptas, uma comunidade cristã antiquíssima em toda a região constitui hoje uma minoria de 10% da população egípcia.
Al-Sisi, o presidente, decretou um luto nacional de três dias. De facto, a “Irmandade Muçulmana” é uma ameaça contínua não só para os cristãos mas também para os muçulmanos que querem viver em paz e sossego.
Os fanáticos muçulmanos determinam não só a imagem mas também a actualidade do islão. Em nome da honra do Islão assassinam e destroem enquanto os civilizados explicam as suas barbaridades em nome da compreensão e da tolerância.
Será que a História lhes dá razão ao provar que quem se afirma com fanatismo e mais violência cria os pressupostos do futuro que então os legitim e lhe dão razão... Porque será que no mundo ainda há tanta gente a viver da produção e do uso das armas e do combate por ideologias?
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo,
http://antonio-justo.eu/?p=3994
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